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    • Justiça do Trabalho determina que Rede de Cinemas Kinoplex regularize o seu ambiente de trabalho
    • Após ser denunciada por coagir empregados, empresa terceirizada da Caixa assume compromisso de quitar verbas rescisórias
    • Após denúncia por barulho excessivo, Game Station em Maceió é obrigado a comprovar controle de ruídos no ambiente de trabalho
    • Supermercado Assaí (Grupo Pão de Açúcar) é processado pelo Ministério Público do Trabalho por irregularidades trabalhistas
    • Supermercado Atacadão é proibido de realizar revista íntima em seus empregados

    Justiça do Trabalho determina que Rede de Cinemas Kinoplex regularize o seu ambiente de trabalho

    Empresa está obrigada a efetuar o pagamento devido de horas extras e conceder intervalos intrajornadas a seus empregados por força de decisão liminar

    Maceió/AL – O Juiz Jasiel Ivo, da 9ª Vara do Trabalho de Maceió, deferiu a liminar pretendida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) em Alagoas, em Ação Civil Pública (ACP) ajuizada em face da Rede de Cinemas Kinoplex (Cinemas São Luiz S/A), após a constatação de irregularidades no meio ambiente de trabalho.

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    Após ser denunciada por coagir empregados, empresa terceirizada da Caixa assume compromisso de quitar verbas rescisórias

    Cerca de 120 empregados, de diversas cidades de Alagoas, foram prejudicados com débitos que ultrapassam R$ 400 mil; caso descumpra obrigações previstas no termo de compromisso, Conserg Serviços e Engenharia poderá pagar multa

    Maceió/AL – Após ser denunciada por coagir empregados a abrir mão de verbas rescisórias e outras indenizações, em troca da anotação de baixa em Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), a empresa Conserg Serviços e Engenharia – prestadora de serviços da Caixa Econômica Federal – firmou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público do Trabalho, no dia 19 de novembro deste ano, comprometendo-se a quitar todas as verbas dos trabalhadores. Cerca de 120 empregados foram prejudicados com débitos que ultrapassam R$ 400 mil.

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    Após denúncia por barulho excessivo, Game Station em Maceió é obrigado a comprovar controle de ruídos no ambiente de trabalho

    Decisão foi proferida pela 3ª Vara do Trabalho de Maceió, após o MPT ajuizar Ação Civil Pública para coibir danos à saúde dos trabalhadores; segundo denúncia anônima, empregados estavam sendo expostos a níveis de ruído elevados

    Maceió/AL – Após o Ministério Público do Trabalho (MPT) em Alagoas ajuizar Ação Civil Pública contra a rede de parques compactos Game Station em Maceió (Lismar Ltda), por provocar excesso de ruídos no ambiente de trabalho, a 3ª Vara do Trabalho de Maceió condenou o empreendimento pela prática abusiva. Um inquérito civil instaurado pelo MPT, após denúncia anônima, revelou que empregados do Game Station estariam operando máquinas com barulho acima do limite permitido.

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    Supermercado Assaí (Grupo Pão de Açúcar) é processado pelo Ministério Público do Trabalho por irregularidades trabalhistas

    Denúncias são relacionadas à jornada excessiva de trabalho; supermercado poderá pagar indenização, por dano moral coletivo, no valor de R$ 2 milhões

    Maceió/AL - O Ministério Público do Trabalho em Alagoas (MPT/AL) ajuizou Ação Civil Pública (ACP) contra o Barcelona Comércio Varejista e Atacadista S/A (Assaí atacadista), integrante do Grupo Pão de Açúcar, após receber denúncia de que o estabelecimento estaria cometendo irregularidades em relação à carga horária dos seus empregados. Segundo denúncia anônima, a exigência de jornada de trabalho estava acima do limite de 44 horas semanais, sem o pagamento das horas extras correspondentes, utilizando-se, para tanto, de um “banco de horas” implantado sem a necessária transparência. O estabelecimento se recusa a adotar controles de jornada que efetivamente reflitam as jornadas de trabalho praticadas pelos seus empregados.

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    Supermercado Atacadão é proibido de realizar revista íntima em seus empregados

    Acordo homologado na 1ª Vara do Trabalho de Maceió ainda determina que rede atacadista seja proibida de etiquetar pertences de trabalhadores; MPT havia ajuizado Ação Civil Pública para coibir irregularidades

    Maceió/AL - Em audiência realizada no dia 13 de novembro deste ano, o Ministério Público do Trabalho em Alagoas (MPT/AL) firmou acordo de conciliação na Justiça do Trabalho com o supermercado Atacadão para proibi-lo de cometer qualquer prática que caracterize revista íntima. Na ocasião, ficou definido que a empresa deverá abster-se, de imediato, de realizar revistas em pertences pessoais que importem em contato físico e/ou exposição visual de objetos de seus empregados.

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