| bip – Boletim Informativo da PRT/AL Procuradoria Regional do Trabalho da 19ª Região ANO II - nº 8 - abril e maio de 2007 1ª Pagina PRT e Fromt promoveram legenda: Elton Machado, da DRT, o procurador Rodrigo Alencar, a procuradora-chefe Virgínia Ferreira, o juiz Valter Pugliese e a representante da Secretaria de Saúde, Maria Célia Albuquerque, na solenidade de abertura Mais de 300 pessoas participaram do seminário que celebrou o Dia Mundial de Segurança e Saúde no Trabalho e Dia Nacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho. A data é comemorada a cada ano em mais de 100 países. Páginas 4 e 5 Cooperativas legenda: Gazzanéo vai realizar audiência pública Em mais de uma década o Ministério Público do Trabalho em Alagoas e a DRT conseguiram reduzir a atuação de cooperativas fraudulentas no Estado, como forma de combater as fraudes nas relações de trabalho. Para debater o tema, o procurador Rafael Gazzanéo pretende realizar audiência pública nos próximos meses. Página 7 Procuradora-chefe A procuradora-chefe da PRT da 19ª Região, Virgínia Ferreira, divulgou nota de esclarecimento sobre denúncias feitas pelo Sindjus-AL. Ela afirma ter sido vítima de difamação apenas por ter cumprido com seu dever enquanto responsável pela instituição. Por conta das acusações recebidas, Virgínia Ferreira recebeu apoio dos procuradores da regional, dos juízes do TRT e da Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT). Página 3 Página 2 EDITORIAL Nosso público-alvo: todos! Estamos orgulhosos! Este é o primeiro bip acessível! A partir deste número, o bip será disponibilizado na homepage da PRT 19ª Região (www.prt19.mpt.gov.br) em versão txt/doc, o que permitirá o acesso à informação institucional deste Órgão às pessoas com deficiência visual, mental, com problemas cognitivos (como dislexia) e mobilidade reduzida, que com autonomia e privacidade, quando bem lhes aprouver, poderão ler nosso boletim institucional. Na versão doc, (texto corrido, pois os programas ledores de tela
não operam textos em PDF) o bip poderá ser reconhecido pelos
programas operacionais assistivos. Nesta edição, juntamente com a versão impressa, cada uma das regionais do MPT receberão dois CDs, com a versão em audio, a serem encaminhadas às entidades ou escolas especiais de seu Estado. Mantidos os créditos, será permitida a reprodução
das versões “doc” e audio do bip, na “homepage”
do Órgão, para encami-nhamento aos interessados que não
possam acessá-los diretamente da internet. Em breve, estaremos
viabilizando também versão em braile. São medidas de acessibilidade, praticamente sem custo, e substanciais para as pessoas com deficiência e outros grupos em desvantagem (idosos, mulheres, negros) que busquem atendimento na Procuradoria. Com isso estamos derrubando barreiras arquitetônicas e de comunicação, além de garantir atendimento preferencial e de tramitação de processos administrativos. Vamos implantar também o critério de pontuação em licitações para as empresas licitantes que comprovem a implantação de ações afirmativas. O bip acessível é apenas uma das muitas medidas a serem adotadas pela Procuradoria para que as pessoas com deficiência sejam elevadas a um patamar mínimo de dignidade e valor social e garantia de seus direitos. Para ilustrar, traduziremos o fato para a linguagem da Ciência
Matemática: esta é uma das medidas de um amplo conjunto
que quando implementadas elevarão as pessoas com deficiência
do ponto negativo da escala para o ponto de partida, o “número
zero”. A partir daí, sim, elas começarão a
conviver e se desenvolver em igualdade na sociedade. CURTAS Estágio legenda: Os novos estagiários da PRT foram recebidos pela procuradora-chefe Virgínia Ferreira e pelo coordenador do estágio Rodrigo Alencar A Procuradoria Regional do Trabalho (PRT) da 19ª Região regulamentou
o estágio de Direito, com o objetivo de acompanhar o desenvolvimento
dos estudantes, como forma de melhor contribuir para a formação
dos futuros profissionais. Foram criadas as funções de coordenador
e substituto, eleitos pelos procuradores, além de uma equipe de
apoio e representante e suplente dos estagiários, escolhidos por
eles mesmos. Reforma trabalhista O procurador do Trabalho Cássio de Araujo foi palestrante do seminário “Reformas Trabalhista e Sindical no Brasil: Identidade de uma luta de Classes”, promovido pelo Centro Acadêmico de Direito Edson Simões Braga, do Cesmac. Uma parceria entre o movimento estudantil e a instituição, visando à integração e conscientização dos estudantes da faculdade. EXPEDIENTE Bip - Informativo bimestral da Procuradoria Regional do Trabalho de Alagoas (PRT 19ª Região) Procuradora-chefe Procurador-chefe substituto Procurador regional Procuradores do Trabalho Secretária regional Chefe de gabinete Conselho Editorial Jornalista responsável Tiragem: 600 exemplares Impressão: Grafipel Endereço: Rua Prof. Lourenço Peixoto, 90, Qd-36, Lot. Stella
Maris - Jatiuca - Cep 57035-130 Página 3 ESCLARECIMENTO Procuradora-chefe esclarece Virgínia Ferreira legenda: Virgínia Ferreira, procuradora-chefe A procuradora-chefe da Procuradoria Regional do Trabalho (PRT) da 19ª
Região, Virgínia Gonçalves Ferreira, distribuiu nota
de esclarecimento aos servidores e procuradores da instituição
e à mídia local sobre denúncias feitas pelo Sindicato
dos Servidores do Poder Judiciário Federal e do Ministério
Público da União em Alagoas (SINDJUS-AL) contra ela e o
esposo Hermann Ferreira. Moções de Apoio Pelas acusações consideradas infundadas, Virgínia
Ferreira recebeu apoio dos membros da PRT, do Pleno do Tribunal Regional
do Trabalho (TRT) de Alagoas e da Associação Nacional dos
Procuradores do Trabalho (ANPT) - ver nota ao lado. Encarte: NOTA DE ESCLARECIMENTO Ante a matéria de capa publicada na revista “Xis” (ano 2, n. 5), sob o título “As Brechas da Lei”, de responsabilidade do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal e do MPU em Alagoas (Sindjus-AL), notas posteriores encaminhadas a diversos meios de comunicação de massa e manifestação realizada no dia 18.05.2007 defronte à sede da Procuradoria Regional do Trabalho da 19ª Região, a Procuradora-Chefe abaixo subscrita, vem apresentar os esclarecimentos que se seguem, tendo em vista que os fatos foram narrados de forma desvirtuada, tendenciosa e parcial, com o evidente objetivo de atingi-la pessoalmente e a seu esposo, Dr. Herman Ferreira, prejudicando ainda a imagem da instituição do Ministério Público do Trabalho, incluindo todos os Procuradores e Servidores que a fazem. I. Reclamações Trabalhistas em face de Dr. Herman Ferreira. 1. A reportagem menciona reclamação trabalhista cuja sentença declarou que o reclamante teria sido empregado do Dr. Hermann Ferreira, durante obra de construção de imóvel residencial de sua família. 2. De início, esclarece-se que houve um total de 05 (cinco) ações desse tipo. A Justiça do Trabalho, cumprindo seu papel constitucional, ouviu os argumentos de ambas as partes, analisou as provas apresentadas e 04 (quatro) dessas ações foram julgadas improcedentes: todos os contratos foram reconhecidos de empreitada, tendo sido sempre pagos os valores contratados durante a realização das obras. A revista omitiu essa informação. 3. O Tribunal Superior do Trabalho, através da Orientação Jurisprudencial n. 191, já esclareceu que o dono da obra não é empregador e por isso não pode ser responsabilizado se o mestre de obras ou engenheiro eventualmente deixou de pagar a algum pedreiro pela empreitada. Essa informação (pública e notória) também foi omitida na reportagem. 4. Diariamente, pessoas físicas contratam pedreiros para reforma ou construção de suas casas ou imóveis de família, onde os artífices são escolhidos pelo mestre da obra e podem se fazer substituir por outros, caracterizando-se trabalho eventual e autônomo. Esse dado não foi apresentado na “reportagem”. 5. As 04 (quatro) sentenças acima mencionadas correspondem aos seguintes processos judiciais: 1) 02002-2003-002-19-00-3-025; 2) 00793-2004-002-19-00-8-025; 3) 00849.2004.004.19.00.7; 4) 2003.006.0345.19.00-5. Essas sentenças foram omitidas aos leitores e associados do sindicato. 6. No caso do único processo mencionado na reportagem, a situação era absolutamente idêntica às acima mencionadas. A sentença reconheceu o vínculo empregatício por uma questão processual: Dr. Herman Ferreira chegou alguns minutos atrasado à audiência e por isso lhe foi aplicada a revelia. Ou seja, nesse caso específico a Justiça do Trabalho não teve acesso à defesa e não avaliou as provas que Dr. Hermann Ferreira teria a apresentar, ocorrendo confissão fictícia. Essa informação também foi omitida na reportagem. II. Do Recurso Interposto. 2. Na Justiça do Trabalho, para se recorrer é necessário
efetuar o depósito recursal. O prazo para se realizar o depósito
é o mesmo do recurso, ou seja, 08 (oito) dias. Exatamente por causa
das obras daquela época, tanto esta Procuradora como seu esposo,
excepcionalmente, não se encontravam em condição
financeira de efetuar o depósito dentro daquele prazo restrito. 4. Note-se que a lei exige tão somente a declaração da impossibilidade de arcar com as despesas processuais e que Dr. Hermann foi além, fazendo prova de sua situação econômica mediante a juntada de extrato de sua conta-corrente bancária, justamente para demonstrar sua indisponibilidade financeira naquela ocasião e, assim, afastar qualquer dúvida a respeito da situação excepcional que experimentava, a qual era decorrente dos compromissos assumidos com a construção de sua residência e do conseqüente comprometimento da renda familiar. 5. O que a reportagem chama pejorativamente de “peripécias jurídicas” para não pagamento de depósito recursal por empregador pessoa física é reconhecido como direito inerente à Cidadania, previsto exatamente para casos que tais, existindo inúmeras decisões judiciais amparando-o, nas mais diversas instâncias judiciais. 7. O processo se encontra em fase de liquidação: a secretaria
da Vara ainda não efetuou os cálculos dos direitos trabalhistas
reconhecidos por conta da sentença de revelia. Assim, na informação
de que “as verbas rescisórias não foram pagas”
omitiu-se que a Justiça do Trabalho não calculou o valor
e nem determinou a citação de Dr. Hermann para pagamento.
A reportagem omitiu também esse dado. 1. Os sindicatos são parceiros importantes do Ministério Público do Trabalho. Estão previstos na Constituição e devem desempenhar um papel relevante na sociedade. Contudo, seu dever mais importante é defender interesses que sejam legítimos, lícitos e éticos. Dentre estes se encontra a valorização do trabalho dos servidores, através do cumprimento das normas que regem a categoria, tanto com respeito a direitos como também a deveres. 2. Todos os meios de comunicação devem obedecer ao primado da Ética, apresentando suas notícias de forma responsável, completa, esclarecedora e devem ser apresentadas com absoluta honestidade intelectual pelos seus mentores intelectuais e materiais. Os leitores têm esse direito: o direito à informação e, conseqüentemente, a essa parcela de Cidadania. Numa Sociedade Democrática e Pluralista, a cada direito devem corresponder às respectivas responsabilidades. 3. A reportagem foi tendenciosa e buscou atingir esta Procuradora através de atos particulares de seu esposo, amparados por lei, e relativos à vida privada de ambos, evidenciando que os reais motivos desse comportamento, tanto na reportagem, como em manifestação e declarações posteriores encaminhadas pela diretoria do Sindjus-AL, devem-se a decisões administrativas que desagradaram alguns dirigentes sindicais, particularmente a que não autorizou, formal e motivadamente, a participação de dois de três servidores desta instituição no VI Congresso Nacional de Servidores da Justiça Federal – CONGREJUFE, realizado na cidade de Gramado – RS, no último mês de março, decisão esta afrontada, resultando no registro das faltas ao serviço do Servidor José Moraes Júnior, à época ocupante de cargo de confiança, coincidentemente Membro do Conselho Editorial da Revista Xis. 4. Ressalte-se que tais decisões foram tomadas com base na lei e visaram o interesse público, o interesse da Administração Pública, que deve prevalecer sobre qualquer interesse individual ou particular de quem quer que seja. Maceió (AL), 21 de Maio de 2007.
NOTA DE DESAGRAVO A ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PROCURADORES DO TRABALHO - ANPT,
entidade que congrega os integrantes do Ministério Público
do Trabalho de todo o País, ante a matéria de capa publicada
na revista “Xis” (ano 2, n. 5), sob o título “As
Brechas da Lei”, de responsabilidade do Sindicato dos Servidores
do Poder Judiciário Federal e do MPU em Alagoas (SINDJUS-AL), nota
posteriormente encaminhada a diversos meios de comunicação
de massa e diante da manifestação realizada na última
sexta-feira defronte à sede da Procuradoria Regional do Trabalho
da 19ª Região, vem a público manifestar-se nos seguintes
termos. Sebastião Vieira Caixeta Páginas 4 e 5 SEMINÁRIO Saúde e Evento reuniu os setores legendas: A Procuradoria Regional do Trabalho (PRT) da 19ª Região e
o Fórum Estadual de Proteção ao Meio Ambiente de
Trabalho (Fromt) promoveram o IV Seminário Alagoano sobre Saúde
e Segurança no Trabalho. Mais de 300 pessoas participaram dos debates
abordando “Os transtornos mentais relacionados ao trabalho e as
condições trabalhistas no setor sucroalcooleiro”. ARTIGO Corte de cana, remuneração Brisa Paim* O trabalho na zona canavieira de Alagoas está situado na perigosa
linha entre a legalidade e a ilegalidade. O cortador de cana não
se move pelo prazer laboral. Seu objetivo diário é extrair
do solo a maior quantidade de cana possível por unidade de tempo,
pois disso depende diretamente o seu salário. As fronteiras do
possível, nesse caso, são largas: o condicionamento do salário
à produtividade faz com que sejam ultrapassados os limites do corpo. * Bacharela em Direito, ex-estagiária da PRT e autora do Trabalho de Conclusão de Curso “Meio ambiente do trabalho rural em Alagoas: negação de direitos dos trabalhadores do corte da cana-de-açúcar”, baseado em pesquisa realizada em 2006, apresentado à Universidade Federal de Alagoas em abril/2007. Página 6 TRABALHO INFANTIL Garoto perde antebraço e Proprietário assina acordo O proprietário do Comércio de Suíno Monteiro Ltda,
José Monteiro de Souza, foi condenado a pagar indenização
de R$ 51 mil ao garoto Wallison Oliveira da Silva, de 14 anos de idade.
O adolescente trabalhava irregularmente no açougue e perdeu o antebraço
em uma máquina de moer carne, em julho de 2006. Indenização A indenização do garoto Wallisson será paga em 34
parcelas mensais no valor de R$ 1.500,00, com início previsto para
o próximo mês de julho. O depósito deverá ser
feito em conta-poupança em nome de Wallison, que deverá
ser aberta e informada ao juiz no prazo de oito dias. ALAGOAS Um dos pioneios na inclusão da pessoa com deficiência A PRT sempre esteve à frente das ações em defesa
da inclusão social das pessoas com deficiência no mercado
de trabalho, em parceria com a Delegacia Regional do Trabalho (DRT) e
o INSS, mesmo antes da publicação do Decreto 3.298/1999,
que dispõe sobre a Política Nacional para a Integração
da Pessoa Portadora de Deficiência e consolida as normas de proteção.
O passo inicial foi mobilizar os setores da sociedade interessados pela
causa, com o objetivo de quebrar as barreiras da empregabilidade, bem
como as barreiras atitudinais (preconceitos e discriminações),
e as de comunicação e arquitetônicas (acessibilidade
nas empresas). Sobram vagas Vagas existiam e ainda existem. Milhares de oportunidades em Alagoas
estão à disposição, mas o empresariado tem
apontado como obstáculo para preenchimento das vagas a falta de
pessoas com deficiência qualificadas para o mercado de trabalho.
Página 7 COMBATE ÀS FRAUDES MPT e DRT fecham cerco contra Em mais de uma década legenda: O procurador Rafael Gazzanéo é representante da Conafret em Alagoas O Ministério Público do Trabalho (MPT) em Alagoas e a Delegacia
Regional do Trabalho (DRT) conseguiram reduzir a proliferação
de cooperativas fraudulentas no Estado, como forma de combater as fraudes
nas relações de trabalho. São mais de dez anos de
atuação que também inclui ações contra
a terceirização ilícita. Diagnóstico De acordo com diagnóstico divulgado pelo MPT, em todo o Brasil
existem mais de duas mil Ações Civis Públicas (ACPs)
em andamento questionando terceiriza-ções ilícitas,
contratação de cooperativas fraudulentas, entre outras atividades
irregulares. Os números de Alagoas, nos 13 últimos anos,
registram 30 ACPs, 185 procedimentos preparatórios e 45 Termos
de Ajustamento de Conduta (TACs) firmados. PRT entra com ação contra terceirização na Ceal Em 2006, o MPT entrou com Ação Civil Pública contra
Companhia Energética de Alagoas (Ceal), denunciada por terceirizar
ilegalmente parte dos serviços. São 224 auxiliares de eletricista
e 185 eletricistas contratados sem concurso público. Página 8 PREVISÃO Reitora anuncia concurso Prazo dado pela PRT para legenda: Duílio Marsíglia, Ana Dayse, Sílvia Cardeal e a procuradora Danielle Leite Em audiência realizada na Procuradoria Regional do Trabalho (PRT)
da 19ª Região, no início de maio, a reitora da Universidade
Federal de Alagoas (Ufal), Ana Dayse Rezende Dórea, anunciou que
há uma previsão de abertura de edital de concurso público
para o Hospital Universitário, ainda este ano. Mas solicitou mais
um prazo para resolver o problema das contratações feitas
pela Fundação Universitária de Desenvol-vimento de
Extensão e Pesquisa (Fundepes), uma vez que o concurso só
poderá ser realizado com autorização do governo federal. Comprovação A procuradora do Trabalho Danielle Leite deu prazo mais um prazo para
que o HU entregue documento que comprove a solicitação de
realização de concurso encaminhada ao governo federal, bem
como as providências adotadas para a realização do
certame. Faltam recursos para indenizações Durante a audiência, que também contou com a participação
de um dos diretores do HU, Duílio Marsíglia e da pró-reitora
de Administração em Recursos Humanos, Sílvia Cardeal,
a reitora também se responsabilizou em apresentar cópia
do acordo firmado entre o Tribunal de Contas da União e o Ministério
da Educação, que estabelece prazo até 2010 para que
a situação dos 45 hospitais universitários federais
seja resolvida. Caso contrário, os HUs terão de afastar
todos os terceirizados. CURTA Números da CODIN O diretor da Coordenadoria de Defesa dos Direitos Sociais e Indisponíveis
Decorrentes das Relações de Trabalho (CODIN), Márcio
Rogério Reis, divulga os números da Procuradoria Regional
do Trabalho de Alagoas. Existem em andamento 1.871 processos, dos quais
1.481 são procedimentos investigatórios, 376 representações
e 14 inquéritos civis públicos. A PRT também participou
de 14 mediações na Justiça do Trabalho. Além
disso, 1.314 termos de compromisso estão sendo acompanhados pelos
procuradores. |