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03
de
abril de 2009

Área de atuação
MPT marca presença em seminário
sobre carreiras jurídicas
A
procuradora do Trabalho Rosemeire Lôbo representou o Ministério
Público do Trabalho (MPT) em Alagoas como palestrante no
II Seminário Alagoano sobre Carreiras Jurídicas.
O evento é uma realização da Faculdade de
Direito de Maceió (Fadima), em parceria com Diretório
Central dos Estudantes (DCE), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB),
Defensoria Pública e Escola Superior da Magistratura de
Alagoas (Esmal).
A
proposta do seminário foi apresentar o Ministério
Público, a Defensoria Pública Estadual, a Advocacia
Geral da União, a Magistratura Federal e o Magistério
para alunos de Direito. Além da procuradora, o juiz federal
Leonardo Resende também foi palestrante na solenidade de
abertura do evento.
Rosemeire
Lôbo falou sobre as atribuições do MPT, onde
e como atua em defesa da ordem jurídica e dos interesses
coletivos e difusos da sociedade. Ela apresentou dados sobre a
atuação da instituição nos últimos
dois anos.
Em
relação aos processos extrajudiciais, só
nos três primeiros meses deste ano, foram firmados 33 termos
de ajustamentos de conduta (TACs). Em 2007 e 2008, 100 e 138,
respectivamente. Para a procuradora, esses números são
significativos porque mostram que o MPT conseguiu resolver extrajudicialmente
as questões, sem necessitar recorrer à Justiça
Trabalhista.
Segundo
Rosemeire Lôbo, só este ano foram registrados 120
termos de denúncia. “Isso significa que a sociedade
e o trabalhador estão denunciando as irregularidades nas
relações de trabalho e sendo parceiros do MPT, porque
boa parte da atuação deste vem de denúncias
dos mais diversos tipos, seja anônima ou não”,
comentou, acrescentando que em 2007 houve 455 termos de denúncia
e em 2008, 459.
Em
relação aos processos judiciais, nos dois últimos
anos o MPT ajuizou 41 ações civis públicas
e 38 ações de execução dos TACs firmados
e descumpridos. “De janeiro a março deste ano, firmamos
apenas uma ação civil pública, mas, por outro
lado, conseguimos firmar 33 termos de ajustamento de conduta.
Prova de que estamos conseguindo resolver questões trabalhistas
administrativamente. Não só firmamos como acompanhamos
o cumprimento do acordo. Só recorremos à Justiça
em último caso”, declarou.
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