| 07
de maio de 2009

Representantes da Casal e dos Urbanitários
durante audiência com o procurador Gazzanéo
Contratação irregular
MPT propõe à Casal
termo aditivo para resolver situação dos terceirizados
Em
audiência nesta quinta-feira (08), no Ministério
Público do Trabalho (MPT) em Alagoas, a Companhia de Abastecimento
de Água e Saneamento de Alagoas (Casal) confirma
interesse em firmar termo aditivo a acordo judicial firmado nos
autos da ação civil pública nº 2124,
ajuizada pelo MPT em 1998, para resolver a situação
dos terceirizados. De acordo com denúncias feitas pelo
Sindicato dos Urbanitários, existem 430 terceirizados,
ocupando funções previstas no plano de cargos e
salários.
Ainda
segundo o sindicato, apenas 200 terceirizados trabalham como auxiliar
de serviços gerais, na área de limpeza e conservação
que pode ser legalmente terceirizada. Os demais, embora tenham
sido contratados para a mesma tarefa, estão desviados de
funções, desenvolvendo irregularmente atividades
de apoio operacional e administrativo que deveriam ser exercidas
por empregados concursados.
Com
relação a assinatura do termo aditivo, os representantes
da Casal levarão a proposta feita pelo procurador
do Trabalho Rafael Gazzanéo, para ser avaliada pela diretoria
da empresa. Havendo consenso ou não, o tema voltará
à discussão no MPT na próxima audiência,
marcada para o dia 10 de junho, às 9h, quando se pretende
apresentar a sugestão da minuta do documento.
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